Medidas econômicas são adotadas pelo governo para combater a crise do COVID-19

Durante essa semana, o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou que o governo pretende,  para combater os impactos causados pela pandemia de COVID-19, investir cerca de 147,3 bilhões na economia do país. Boa parte desses recursos são provenientes de remanejamentos, linhas de crédito e de antecipações de gastos, o que significa que não haverá comprometimento ao espaço fiscal no orçamento. 

Segundo o ministro, mais de 84 bilhões serão aplicados em ações que auxiliarão à população mais vulnerável, sendo:

  • Primeira parcela do décimo terceiro dos aposentados e pensionistas para abril: 23 bilhões;

  • Segunda parcela do décimo terceiro dos aposentados e pensionistas para maio: 23 bilhões;

  • Valores não sacados do PIS/Pasep serão transferidos para o FGTS para permitir novos saques: 21,5 bilhões;

  • Antecipação do abono salarial: 12,8 bilhões;

  • Ampliação do número de beneficiários do Bolsa Família: 3,1 bilhões.

Além disso, cerca de $ 59,4 bilhões serão investidos para a manutenção de empregos através das medidas:

  • Adiantamento do prazo de pagamento do FGTS por 3 meses: 30 bilhões;

  • Adiantamento de parte da União no Simples Nacional por 3 meses: 22,2 bilhões;

  • Crédito do Proger/FAT para micro e pequenas empresas: 5 bilhões;

  • Redução em 50% nas contribuições do Sistema S por 3 meses: 2,2 bilhões.

Por fim, 4,5 bilhões serão investido para combater de forma direta o novo coronavírus, através da destinação do saldo do DPVAT para o Sus.

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